O Split Payment na Reforma Tributária representa uma das maiores mudanças no consumo brasileiro. Atualmente, o governo busca automatizar a arrecadação para reduzir a sonegação. O sistema realiza a segregação do imposto no momento exato do pagamento. Assim, o valor do tributo vai direto para o fisco, enquanto o fornecedor recebe apenas o valor líquido. Inegavelmente, essa tecnologia muda a dinâmica entre empresas e estado.
Como funciona o Split Payment na Reforma Tributária?
Primeiramente, é preciso entender que o modelo utiliza a rede de pagamentos digitais. Quando um cliente paga por um produto, o sistema identifica a parcela do IBS e da CBS. Em seguida, ele separa esses valores instantaneamente. O comitê gestor recebe o IBS e a Receita Federal fica com a CBS. De fato, o fornecedor não toca no dinheiro do imposto. Primordialmente, o objetivo é garantir que o adquirente tenha direito ao crédito tributário de forma imediata e segura.
O Split Payment prejudica o fluxo de caixa?
Muitos gestores temem esse ponto, pois o imposto sai do caixa no ato da venda. Por certo, as empresas vão ter que se organizar financeiramente. Antigamente, o tributo era pago apenas no mês seguinte. Agora, como o recolhimento é imediato, o capital de giro pode sofrer pressão. Entretanto, o sistema compensa essa velocidade ao liberar créditos de forma automática. Afinal, se o imposto foi pago no split, o crédito é garantido para quem compra, eliminando o risco do devedor contumaz.
Quais as vantagens do Split Payment na Reforma Tributária para as empresas?
Surpreendentemente, existem benefícios claros para o compliance. Em primeiro lugar, a ferramenta reduz drasticamente a inadimplência tributária. Além disso, ela combate a concorrência desleal, já que todos os players do mercado serão obrigados a recolher da mesma forma. Similarmente, o adquirente tem a garantia de que o imposto foi pago, o que traz segurança jurídica para o aproveitamento de créditos. Logo, o sistema promove uma mudança cultural de transparência e eficiência.
Como as empresas devem se preparar?
Certamente, a tecnologia será a maior aliada nesse processo de transição. Antes de tudo, é necessário revisar os processos internos de faturamento. Conforme o novo sistema avançar, a integração entre o financeiro e o fiscal deverá ser total. Posto que o cálculo ocorre na liquidação financeira, erros de parametrização podem gerar custos extras. Por causa de tamanha complexidade, contar com uma inteligência que simule esses cenários é essencial para evitar surpresas negativas.
Entenda os detalhes do split payment com Charles McNaughton no episódio 4 do podcast Tax Talks
Como a Revizia pode ajudar sua empresa?
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