<!-- Google tag (gtag.js) -->
<script async src="https://www.googletagmanager.com/gtag/js?id=AW-10793602440"></script>
<script>
  window.dataLayer = window.dataLayer || [];
  function gtag(){dataLayer.push(arguments);}
  gtag('js', new Date());

  gtag('config', 'AW-10793602440');
</script>

Margens apertadas e um novo cenário tributário: o Comércio no Simples Nacional em alerta

Compartilhe:

Simples Nacional no Comércio

Simples Nacional não é apenas um regime tributário; é a espinha dorsal de milhões de negócios brasileiros. E o segmento de Comércio ocupa um papel central com forte representatividade entre  pequenas e médias empresas do setor, concentrando cerca de 41,1% dos empregos formais do regime, exercendo papel decisivo na dinâmica da economia brasileira. Contudo, essa relevância traz consigo a necessidade urgente de profissionalização diante das mudanças fiscais que se aproximam

Nesse contexto, discutir a gestão tributária do Comércio no Simples Nacional e os possíveis impactos da Reforma Tributária é fundamental para que empresários e gestores se preparem para um cenário de mudanças estruturais.

Os Desafios da Gestão Tributária no Comércio 

O Simples Nacional foi criado para simplificar o recolhimento de tributos e reduzir a carga administrativa das pequenas e médias empresas. O Comércio se destaca entre os principais beneficiários desse regime, especialmente por concentrar negócios de menor porte, margens apertadas e alto volume de operações.

Para muitas empresas do setor, o Simples representa não apenas simplificação, mas também previsibilidade de custos, fator essencial para a formação de preços e a competitividade.

Apesar da simplificação proposta pelo Simples Nacional, a gestão tributária no Comércio está longe de ser trivial. Alguns dos principais desafios enfrentados pelo setor incluem:

  • Margens reduzidas, que tornam qualquer aumento de carga tributária ou erro de enquadramento altamente impactante;

  • Complexidade na formação de preços, especialmente em operações com substituição tributária, diferenciação de alíquotas e regimes mistos;

  • Crescimento do e-commerce, que amplia a complexidade fiscal com operações interestaduais e diferentes regras de ICMS;

  • Pouca visibilidade sobre créditos e impactos indiretos, o que dificulta decisões estratégicas de médio e longo prazo.

Esses fatores exigem uma gestão cada vez mais profissional, mesmo em empresas enquadradas em regimes considerados simplificados.

 

Reforma Tributária – O que muda para o Comércio? 

A Reforma Tributária traz mudanças profundas na estrutura de tributos sobre o consumo, com a substituição de impostos atuais por novos modelos, como o IBS e a CBS. Embora o Simples Nacional seja formalmente mantido, os impactos indiretos sobre o Comércio tendem a ser relevantes.

Entre os principais pontos de atenção para o setor, destacam-se:

  • Mudanças na cadeia de créditos, que podem afetar a competitividade das empresas do Simples em relação às demais;

  • Pressão de clientes e fornecedores para maior transparência tributária e eventual destaque de impostos;

  • Risco de perda de atratividade do Simples em determinadas operações, dependendo do modelo de crédito adotado;

  • Necessidade de reavaliar preços, margens e estrutura operacional.

Ou seja, mesmo sem alterações diretas no enquadramento, o ambiente ao redor das empresas do Simples será impactado — e o Comércio sentirá esses efeitos de forma significativa.

Além disso, estudos preliminares apontam que muitas empresas do comércio percebem o risco de aumento da carga tributária, sobretudo se a eliminação de incentivos fiscais (como benefícios de ICMS) for significativa, pressionando as margens de lucro. Por outro lado, embora a unificação dos tributos possa tornar os produtos mais competitivos ao eliminar a cumulatividade, o planejamento tributário e a precificação precisarão ser revistos drasticamente para manter a posição de mercado no varejo e atacado.

A importância de se antecipar

Para o segmento de Comércio, a Reforma Tributária reforça a necessidade de sair de uma postura reativa e adotar uma abordagem mais estratégica da gestão tributária. Diagnosticar impactos, simular cenários e acompanhar a transição serão diferenciais competitivos importantes.

Empresas que se anteciparem às mudanças terão mais capacidade de proteger margens, ajustar preços com segurança e tomar decisões embasadas.

Diante desse cenário, a recomendação para empresas do comércio é agir agora:

  • Inicie o diagnóstico de impacto tributário: Realize simulações de IBS/CBS versus o sistema atual para prever custos.

  • Atualize seus sistemas: Prepare o ERP para os novos requisitos de emissão e campos de notas fiscais.

  • Revise a precificação: Ajuste margens considerando as alterações de carga tributária para manter a competitividade.

  • Planeje a automação fiscal: Reduza riscos de inconsistência e multas através da tecnologia, garantindo conformidade imediata.

Sobreviver ao Novo Cenário Tributário Exige Tecnologia 

Diante desse cenário desafiador, a tecnologia se torna obrigatória. Pensando nisso, o Revizia e a Fecomercio uniram forças em uma parceria inédita.

Entendemos que as pequenas e médias empresas precisam de ferramentas de “gente grande” para sobreviver ao novo cenário tributário. Por isso, essa aliança estratégica oferece o uso da plataforma Revizia por um custo mais acessível para associados.

Agora, a mesma tecnologia que atende grandes corporações está ao alcance também das empresas do Simples Nacional. O objetivo é democratizar o compliance fiscal oferecendo uma ferramenta poderosa para transformar a complexidade fiscal em simplicidade, garantindo conformidade, controle total e preparação para os impactos da Reforma Tributária.

Como o Revizia pode apoiar no Simples Nacional?

Monitorar o Simples Nacional manualmente configura um risco desnecessário para as empresas. Com o propósito de eliminar erros e garantir previsibilidade, o Revizia atua como um auditor fiscal digital completo para o negócio.

Com base em tecnologia exclusiva, o software realiza uma varredura automática que vai muito além do básico. O sistema importa automaticamente dados da DAS e do PGDAS , cruzando-os com as receitas efetivamente apuradas para garantir total conformidade e .

Veja como o Revizia transforma a gestão fiscal:

  • Automação: captura automática de documentos fiscais emitidos em todo o Brasil e importação automática dos dados do PGDAS e do DAS, mediante conexão do certificado digital, eliminando digitação e erros manuais. 
  • Auditoria de Divergências: o sistema compara a receita bruta real contra a receita declarada no PGDAS, apontando qualquer discrepância no período imediatamente.
  • Gestão de Resultado Operacional: consolidamos receitas e despesas em um único painel. Assim, é possível visualizar não apenas impostos, mas também o lucro real da operação.
  • Controle de Limite de Faturamento: painel de visualização do risco de ultrapassar o teto do Simples, evitando o desenquadramento surpresa.
  • Análise Detalhada de Tributos: gráficos interativos mostram a evolução dos impostos recolhidos e como isso impacta o resultado operacional, permitindo decisões financeiras mais assertivas.

Ficou mais simples crescer com segurança com o Revizia

Gerenciar seu crescimento com planilhas é um risco que você não precisa correr. O Revizia atua como um radar fiscal 24h, cruzando dados reais x declarados e alertando visualmente antes de qualquer problema.

Preencha o formulário e transforme dados em segurança.

Compartilhe:

Comece agora com Revizia

Entre em contato conosco e agende um diagnóstico

Não vá embora ainda!

Assine nossa Newsletter para se manter informado