

A reforma tributária trará mudanças profundas para o caixa das empresas brasileiras em breve. Conforme dados da Receita Federal, a extinção dos tributos atuais eliminará cerca de R$ 40 bilhões em benefícios fiscais a partir de 2027. Essa mudança impactará diretamente setores que hoje dependem de regimes diferenciados de tributação.
Atualmente, o PIS, a Cofins e o IPI sustentam uma série de isenções e reduções de alíquotas. Entretanto, como esses impostos serão substituídos, os incentivos vinculados a eles não serão renovados automaticamente. A nova estrutura focará na Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e no Imposto Seletivo.
O que muda com a extinção do PIS, Cofins e IPI
A transição para o novo modelo tributário altera a lógica de arrecadação no Brasil. Primeiramente, a CBS substituirá o PIS e a Cofins com uma proposta de simplificação federal. Além disso, o IPI deixará de existir para a maioria dos produtos, dando lugar ao Imposto Seletivo.
Esse novo tributo, conhecido como “imposto do pecado”, incidirá sobre produtos nocivos à saúde ou ao meio ambiente. Por consequência, o fim dos benefícios atuais deve elevar a arrecadação na mesma proporção dos valores extintos. De fato, o governo estima que esses R$ 40 bilhões representam 6,5% do total de renúncias fiscais federais.
Impactos da reforma tributária na carga tributária
Muitos empresários questionam se a carga tributária final será maior após a transição. Embora a promessa seja de neutralidade, especialistas indicam que a alíquota combinada (CBS + IBS) pode chegar a 28%. Certamente, o Brasil terá uma das maiores tributações sobre o consumo no mundo.
Por outro lado, a reforma mantém alguns incentivos fiscais estratégicos. A Zona Franca de Manaus e o Simples Nacional permanecem preservados no novo texto. Ademais, itens da cesta básica e medicamentos selecionados terão alíquota reduzida ou zero. O objetivo é proteger o consumo essencial enquanto se busca maior transparência fiscal.
Como o Imposto Seletivo afeta a arrecadação
O Imposto Seletivo terá um papel fundamental no equilíbrio das contas públicas. Ele incidirá sobre bebidas alcoólicas, cigarros e combustíveis poluentes. Assim, o governo pretende desestimular o consumo desses itens e, ao mesmo tempo, compensar perdas de arrecadação em outros setores.
É provável que a regulamentação detalhada pelo Congresso Nacional defina o sucesso desse modelo. Afinal, a complexidade de definir o que é “prejudicial” gera debates intensos no setor produtivo. As empresas precisam acompanhar essas definições para ajustar seus planejamentos financeiros com antecedência.
Como se preparar para o fim dos benefícios fiscais com a Reforma Tributária
A transição será gradual até 2033, mas a CBS entra em vigor já em 2027. Portanto, as empresas devem realizar uma análise detalhada de seus créditos acumulados e benefícios atuais. A tecnologia será a maior aliada para mapear os impactos da reforma tributária em cenários reais.
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